segunda-feira, julho 18, 2011

Então não é que esta coisa do “exercício” até é fixe?!

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Nunca fui magra, sempre tive tendência para engordar, mas o ano passado cheguei a um ponto que já nem à praia fui e só a simples ideia de ter de ir ao hipermercado, era um terror para mim. Imaginava que todos pensariam como é que eu teria chegado aquele ponto. Via nas fotografias uma pessoa completamente desfigurada e não me reconhecia.

No dia 18 de Agosto do ano passado, fiz este post e agora ao lê-lo, dá-me vontade de rir mas não tenho como não me sentir super orgulhosa de mim mesma. 

Nesse dia comecei a ver o “The Biggest Loser” e cheguei à conclusão que não podia continuar a viver assim e que se aquelas pessoas conseguiam, eu também iria conseguir. Porque não tentar? Comprei umas sapatilhas na Decathlon e comecei a fazer caminhadas. A primeira que fiz, recordo-me que foram 20 minutos em linha recta e tive de descansar 3 vezes. No 3º dia já fui dar uma volta maior e já só descansei 2 vezes. Com o passar do tempo fazia caminhadas de 5km, em 45 minutos. Comecei a perder algum peso e bastante volume.

Passados 4 meses, em Novembro, fiz este post e já tinha perdido 9kg e cheguei à conclusão que as caminhadas já não me chegavam e decidi ir para a ginástica. No primeiro dia tive imesa vergonha e até me senti mal mas lá fui fazendo as coisas e aos poucos, ia perdendo peso. Isto tudo, com a alimentação controlada, claro.

Cortei com fritos, doces e comecei a comer de 2.5h em 2.5h. À noite como sopa e descobri o prazer das saladas. Coisa que nunca gostei. Claro que às vezes como um doce ou outro, mas existem coisas que me desabituei completamente de comer, tal como os fritos e os refrigerantes.

Em Maio decidi que a ginástica já não me satisfazia. Fui para um ginásio e fui sempre seguindo o plano que me deram: uma mistura de cardio e máquinas de musculação para tonificar. Via as aulas de cycling e ficava cansada só de ver o esforço que aquele pessoal fazia e a maneira como destilavam.

Actualmente, com 17.5kgs a menos, vou ao ginásio em média 4 vezes por semana. A semana passada fiz 3 aulas de cycling e cada vez gosto mais daquilo. Não há dúvida que, agora sim entendo quando dizem que o desporto é viciante.

Obviamente que gosto muito mais de me ver assim, que é bom ir às lojas e já não comprar o número maior, já não me canso a subir umas simples escadas, já fui à praia duas vezes este ano e estou deserta para entrar de férias para passar dias inteiros de papo para o ar!

Claro que ainda tenho muito peso para perder, mas, mais que ninguém, sou eu que noto as diferenças no meu corpo, na roupa, no volume, na cara, em tudo…mas mais que isso, o meu maior prémio é eu saber que há quase 1 ano andei 20 minutos e tive de descansar 3 vezes e agora chego a fazer 3 aulas de cycling por semana.

Isto é um post muito pessoal, acho que talvez o mais pessoal que fiz, mas ao ler o post do GM, identifiquei-me com o que ele escreveu e não pode deixar de escrever este texto.

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I want it hot, hot, hot

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Não gosto de demasiado calor, dou-me mal com ele, mas só espero que quando for de férias, esteja mesmo bom tempo.

Uma pessoa anda o ano todo enfiada em casa e transportes e como o ano passado nem fui à praia, pareço uma múmia (bem, já fui duas vezes este ano e apanhei uma “corsita”, mas continuo muito branca).

Por agora está bom assim, mas a partir de 1 de Agosto quero bafoooooooooooooooooooooooo!

terça-feira, julho 12, 2011

“Posters Minimalistas” - Pascal Richon

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“Bruna Surfistinha” vs. “Trust”

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Embora tivesse comprado o livro há uns anos, confesso que não esperava grande coisa do filme. Pensava que seria mais um “chick flick” e sem grande conteúdo…

Fiquei agradavelmente surpreendida. Gostei imenso do filme. Para além de o ver em HD, com uma excelente imagem (ehehehe), fiquei admirada com a qualidade do filme e do argumento. Deborah Secco está muitissimo bem e presumo que a verdadeira “Bruna Surfisitinha” deva ter gostado de se ver retratada desta maneira porque só a favoreceu, visto isto ser uma biografia.

Argumento: Raquel, é uma tipica adolescente, que vive em São Paulo e na escola passa completamente despercebida. De uma beleza banal e com uma vida pacata. Um dia decide fugir de casa e começar a trabalhar numa casa de prostituição. Quando se apercebe que é quem consegue angariar mais clientes, muda de vida e num apartamento luxoso, começa a atender centenas de clientes: 6 por dia, 30 por semana. À medida que o faz, relata tudo num blog que é visualizado por milhares de pessoas. Começa a ser uma figura pública, mas ao mesmo tempo entra no mundo da droga e a sua vida sofre grandes alterações…

Curiosidades: A verdadeira “Raquel” faz um cameo no filme, como empregada de mesa.

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Criei demasiadas expectativas com este filme. Andava há meses à espera de o ver. Gostei de tudo menos do final. Obviamente que nem todos os finais podem ser óbvios e previsiveis mas, neste caso, a conclusão deste filme soube-me a pouco. Achei um filme bastante real que acaba por ser uma lição, pois o que se passa nesta história, acontece, infelizmente, demasiadas vezes.

Argumento: Realizado por David Schwimmer e retrata a história de Annie (Liana Liberato), uma adolescente de 14 anos que começa por travar amizade com um novo amigo online, um rapaz de 16 anos chamado Charlie, que conheceu num “chat room” de volleyball. Will (Clive Owen) e Lynn Cameron (Katherine Keener) são a família perfeita mas vêm o mundo desabar quando a sua filha é atacada.

Great (and young) actors

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segunda-feira, julho 11, 2011

Famous Glasses

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Os homens querem-se barrigudos

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Um dia destes vi no “The Tyra Show” (sim, eu gosto de ver!) que existem mulheres que adoram homens com barriga. Não se trata apenas de um pneusito, mas sim, grandas “bandulhos de cerveja”.

Uma delas, inclusivamente, insiste com o namorado para que ele beba bastante cerveja para a barriga ir crescendo. Outra, teve uma briga enorme com o companheiro, quando descobriu que este andava a tomar comprimidos para emagrecer.

As razões destas senhoras para adorarem as barriguinhas dos seus machos: é óptimo para deitar a cabeça no sofá, é sexy, gostam de lhes dar festinhas e preferem este tipo de homens aos que têm os “six pack” todos definidos.

Obviamente que não me espanta e acho muito bem que existam este tipo de mulheres porque é a diversidade e a diferença que torna as pessoas mais interessantes (pelo menos para mim). O curioso é que nunca tinha pensado nisto ou mesmo ouvido alguém dizer que gosta destas “panças” salientes Alegre