sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Movie Posters

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Famous Movie Quotes

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“Eternal Sunshine of the Spotless Mind”

Agora vou armar-me em ursa

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Nos próximos 4 dias vou hibernar. Descansar, descansar, ver os Oscars, descansar e descansar.

Será que foi só eu que fiquei com a sensação que esta semana foi muito cansativa?

“August: Osage County” de John Wells

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Todos os meus filmes preferidos são sobre famílias disfuncionais, é um facto. E este não me desiludiu. Já esperava que a história desta família completamente desestruturada fosse mexer comigo e mostrar-me excelentes interpretações.

É um dado adquirido que Cate Blanchett vai ganhar o Oscar para Melhor Actriz e isso todos nós já sabemos. Também costumo dizer que não concordo que tudo o que a Meryl Streep faça, seja digno de uma nomeação, mas ao ver este filme, mudo a minha opinião em relação à Blanchet e afirmo que o Oscar deveria de ir, sem dúvida, para Meryl Streep. Que papelão! Violet é uma mulher amarga, cínica, manipuladora, viciada em comprimidos e em tratamento de um cancro. Acaba por ser a matriarca da família e sem filtros, faz questão de dizer a todos o que acha de cada um.

Este é mais um daqueles filmes em que saímos da sala de cinema, esgotados e um pouco deprimidos. A interpretação de Meryl Streep, juntamente com a de Julia Roberts, tornam este filme numa história muito mais pesada que o seu argumento já era. Julia Roberts, tem um desafio enorme, o da contracenar com Meryl Streep e raras são as vezes que consegue roubar-lhe a cena.

Argumento: Uma família disfuncional que na sequência de um acontecimento é convocada a reunir-se e que, apesar das inúmeras distâncias que os separam, prontificam-se a isso. São as relações entre as pessoas e como são afectadas as personalidades que John Wells expõe nesta tragicomédia, que por inúmeras vezes nos faz sorrir, em função das intervenções despropositadas, ou das reacções espontâneas sem filtro de qualquer espécie dos elementos deste seio familiar. Aqui, não existe medo de ser politicamente incorrecto.

Curiosidades: Chloë Grace Moretz esteve para fazer o papel de Jean, mas Abigail Breslin foi a escolhida. Jim Carrey chegou a ser  pensado para o papel de Steve.

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terça-feira, fevereiro 25, 2014

‘Bora lá criarmos blogs todos com o mesmo título!

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Alguém é capaz de me explicar porque é que a palavra “PIPOCA” é a mais repetida em títulos de blogs? Foi por uma ser famosa que gerou uma onda de falta de originalidade ao pessoal? Não percebo…(não vou nomear alguns exemplos para não melindrar ninguém, mas existem tantos…)

segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Movie Posters

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Este post é dedicado ao iLoveMyShoes!

“Alpha Dog” de Nick Cassavetes (2006)

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Nick Cassavetes é excelente em filmes de “choradinho” e este filme disso não tem nada. É o meu filme preferido deste realizador. Para além de ter um bom elenco e excelentes performances, a história está contada de forma original o que faz com quem o veja, nunca se esqueça que é uma história veridica. Ben Foster está soberbo! Foi o filme que mostrou que Justin Timberlake também sabe dar uma perninha no cinema!

Argumento: Numa transacção de droga que correu da pior maneira, Jake Mazursky (Ben Foster) acaba por ficar em dívida para com Johnny Truelove (Emile Hirsch), um jovem traficante de droga. Mas quando Johnny decide raptar Zack Mazursky (Anton Yelchin), o irmão de Jake, com apenas 15 anos, a situação complica-se seriamente. Enquanto Jake tenta desesperadamente saldar a sua dívida, o gang de Johnny mantém preso o seu irmão. Embora refém, Zack diverte-se com toda aquela emoção e excitação da situação em que se encontra, ainda que completamente desconhecedor do desespero dos seus pais, do sentimento de raiva do seu irmão e do trágico fim que o espera.

Curiosidades: Para se preparar para o papel, Ben Foster, lidou com vários dependentes de “crystal meth”. A palavra “fuck” e seus derivados, é dita 367 vezes no filme. Na cena onde Sharon Stone bate em Ben Foster, esta foi tão intensa que Foster ficou com o nariz a sangrar. O actor exigiu que assim fosse. Todas as tatuagens de Justin Timberlake são falsas, excepto a cruz no braço esquerdo.

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“The Reader” de Stephen Daldry (2008)

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Saiu em 2008 e foi o filme que mais gostei desse ano. Foi um ano rico em boa cinema mas este, marcou-me bastante. Adoro tudo o que sejam filmes relacionados com o “Holocausto” e ainda por cima com a Kate Winslet. Ela está soberba e sem dúvida, que ganhou merecidamente, o Oscar desse ano. Já o revi várias vezes e é como se fosse sempre a primeira. Fiquei emocionada de uma tal maneira…

Argumento: Na Alemanha, pós-Segunda Grande Guerra Mundial o adolescente Michael Berg (David Kross) está doente, sente-se mal no meio da rua e é ajudado por Hanna (Kate Winslet), uma estranha com o dobro da sua idade. Michael recupera entretanto da escarlatina e vai à procura de Hanna para agradecer. Ambos são rapidamente arrastados para um apaixonado mas secreto caso amoroso. Michael descobre que Hanna adora que leiam para ela e a relação física entre eles intensifica-se. Apesar da intensa relação entre eles, um dia Hanna desaparece misteriosamente e Michael fica confuso e de coração partido. Oito anos depois, Michael é um estudante de direito que observa julgamentos de alguns nazis e fica estupefacto ao ver Hanna sentada no banco dos réus. À medida que o passado de Hanna é revelado, Michael desvenda um grande segredo que irá ter impacto na vida de ambos.

Curiosidades: O papel foi feito para Kate Winslet mas que na altura não pode aceitar devido a compromissos com “Revolutionary Road”. Nicole Kidman foi a segunda opção que acabou por desistir por estar grávida.Juliette Binoche, Marion Cotillard e Naomi Wats foram igualmente opções para interpretar Hanna Schmitz. As cenas sexualmente explicitas foram apenas filmadas quando David Kross fez os 18 anos.

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O nome da coisa

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Por acaso dá-me a sensação que esta coisa, felizmente, já passou de moda. Nos dias de hoje já não oiço homens a chamarem nomes às suas pilas…coisa que quando era adolescente, era o pão nosso de cada dia.

Lembro-me de ter um namorado que chamava “Bernardo” ao dito cujo. Já tinha ouvido coisas como “Zezinho” ou “Zeca”, mas “Bernardo” era no mínimo, original. Nunca percebi porquê…

Havia um rapaz de minha turma que apelidava o seu de “Adamastador” e nós, miúdas, associámos essa alcunha a algo muito imponente. O que depois se veio a comprovar mais tarde que “não era bem assim” – palavras sábias de uma amiga.

Eu pessoalmente se com a idade que tenho estivesse com um homem que atribuísse um nome qualquer à pila, achava que algo de errado se estava a passar. No menino tinha o “complexo de Peter Pan”.

Famous Movie Quotes

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Eddie Murphy in “Comingo to America”

Dia de não fazer ponta de…nada

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E assim foi o meu dia de ontem. O único exercício que fiz foi de divisão em divisão e pouco mais. Estive de pijama o dia todo a pôr séries e filmes em dia. Sei que é impossível, mas todos nós mereceríamos ter assim um dia, pelo menos uma vez por semana para recarregar as energias.

sábado, fevereiro 22, 2014

"La vie d'Adèle - Chapitres 1 et 2" de Abdellatif Kechiche (2013)

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Durante 3h mergulhamos na história de Adele e na vida desta adolesceste até à idade adulta. É um filme polémico derivado às cenas explicitas de sexo mas muito premiado. Exemplo foi disso foi  a Nomeação para os Globos de Ouro e também Cannes, onde as duas actrizes receberam a Palma de Ouro. O que não é costume, pois normalmente é atribuído ao realizador.

O filme é centrado em Adele (Adèle Exarchopoulos) e gira à volta da sua vida: começando nos dias de estudante do secundário, onde tem um namorado, mas começa a interessar-se por raparigas e até à idade adulta, onde já é professora e dá aulas a meninos de 1º ano.  A história é muito real e envolve-nos na medida em que é impossível vermos toda esta história e não nos identificarmos, numa altura ou outra da nossa vida, o que Adele sente quando Emma (Léa Seydoux) põe um fim à relação. As duas conhecessem-se e a atracção é instantânea. Adele apaixona-se e contra tudo e todos, descobre o que é o amor e tenta esconder a  relação com a namorada.

Na minha opinião, é exagerada a maneira que o realizador tenta chamar a atenção para a boca de Adele. Na maioria dos planos da cara da actriz, a boca é focada e chegamos a pensar que a rapariga não sabe comer com a boca fechada ou mesmo dormir…esta parte foi a menos conseguida. Parece que o realizador tem à força mostrar um lado “lolita” que Adele não tem, visto que esta personagem tem muita força e ao contrário de “lolita”, é tudo menos infantil.

A primeira cena de sexo entra ambas é bastante demorada e explicita. Não me recordo de uma cena deste género em qualquer filme. Está espectacularmente bem filmada pois em altura nenhuma vemos o sexo de ambas, de forma gratuita. Todos os planos são pensados de maneira a que as imagens não se tornem vulgares. Uma cena especialmente bonita, é quando ambas estão no jardim e estão prestes a beijarem-se, pois a vontade é muita mas acabam por resistir à tentação…O pôr do sol, os olhares, as bocas, estes planos estão lindíssimos.

O sentimento que Adele mais demonstra em todo o filme e o faz de maneira brilhante é o “desconforto”. Primeiramente quando os colegas de escola a confrontam com a sua escolha sexual e Adele tenta disfarçar, todo o seu desconforto é brutal. A cara, os olhares estão em tensão de uma maneira que nos leva a pensar que esta actriz irá dar cartas no mundo do cinema.

Muito mais interessante do que as cenas de sexo neste filme, é o desenvolvimento da relação de ambas, o desgaste e por fim, o término da mesma e todo o sofrimento de Adele. É tão real que é-nos impossível não criar empatia com esta personagem.

Gostei mesmo muito deste filme.

Argumento: Aos 15 anos, Adèle (Adèle Exarchopoulos)  nem sequer questiona este facto: uma rapariga namora com rapazes. A vida dela vai dar uma volta quando conhece Emma (Léa Seydoux) , uma rapariga jovem e de cabelo azul, que lhe vai permitir descobrir o desejo e afirmar-se como mulher, e como adulta. Adèle cresce, procura-se a si mesma, perde-se e eventualmente reencontra-se...

Curiosidades: Não foi cabeleireiro, nem maquilhagem; as actrizes tiverem de se apresentar o mais natural possível. Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux usaram vagina protésicas em todas as cenas de sexo oral.Originalmente, a personagem principal era para ser “Clementine”  mas acabaram por dar-lhe o nome real da actriz.

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“Mysterious Skin” de Gregg Araki (2004)

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Este foi dos melhores que vi em 2007.  Saí da sala cansada, atarantada e isso acontece 1 ou 2 vezes por ano. Precisei de uma boa meia hora para me poder recompor...Foi a das interpretações de Josephn Gordon – Levitt que mais me marcaram. Faz um jovem prostituto e tem cenas bastante violentas.

É um filme que passou ao lado da maioria das pessoas e estreou na altura, apenas em algumas salas de cinema.

Argumento: Neil McCormick (Joseph Gordon Levitt) é um prostituto homossexual obcecado com a relação que teve com o seu treinador de basebol (Bill Sage) quando tinha oito anos. Brian Lackey (Brady Corbet) acredita ter sido raptado por extraterrestres quando era criança, em virtude de ter ficado inconsciente por duas vezes, sem se conseguir lembrar do que lhe tinha sucedido nas horas precedentes. O desejo de Brian de saber o que lhe aconteceu realmente leva-o a Neil. Juntos percebem que os acontecimentos que os marcaram não foram o que acharam ser.

Curiosidades: O realizador afirma que filmou todas as cenas com as crianças sem as mesmas se aperceberem do cariz sexual das personagens. Só quando editou o filme é que fez com que as crianças aparecessem molestadas. Emile Hirsch participou na audição para fazer de Neil.

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