quarta-feira, fevereiro 12, 2014

“Looking” da HBO

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Nunca vi o “Queer as Folk” por isso não posso comparar se este “Looking” é inferior ou sequer do mesmo género. Sei que do género, existem poucas séries, e na minha opinião, deveriam de existir muito mais. Era e ainda sou viciadíssima em “The L Word” pois já vi as 6 seasons várias vezes. Embora a considere superior ao “Looking” é a única série que posso utilizar como comparação na medida em que não existem muitas séries exclusivamente sobre a temática da homossexualidade.

Li um comentário num blog que sigo, onde um leitor (neste caso homossexual) comentou que achou esta série muito agressiva, nada real e que a primeira cena, que neste caso é um handjob atrás de umas sebes, “é completamente irreal porque o dia-a-dia dos gays não é assim. A série não retrata a realidade". Pois eu não sou um homem gay e, meu caro, tenho a certeza em absoluto que “Looking” retrata, e bem, a comunidade masculina homossexual. Na minha opinião, acho que esta série demonstra perfeitamente o dia-a-dia de um grupo de gays entre os 30 e os 40 anos. Inclusivamente tenho um amigo que o é e assim que lhe disse para começar a seguir, adorou, ficou viciado e confidenciou-me que esta série lhe traz muito boas recordações…

Esta série tem (apenas) dois problemas: os episódios são pequenos demais e a season é apenas composta por 8 episódios. É uma pena porque empolgo-me na história e passados 22 minutos, já acabou. Embora não goste de acumular episódios, já vi que neste caso sabe bem melhor. Vamos rezar para a renovação. Não sei, é que na estreia, as audiências ficaram abaixo do que se esperava…

A primeira vez que vi Jonathan Groff no écran, pensei que conhecia esta cara de algum lado e passados uns minutos, lembrei-me do papel dele, em “Glee”, como Jesse St James. Num registo completamente diferente, fazia o papel de um estudante muito presunçoso e quebra – corações, que acaba por conquistar a personagem principal. Parece que Groff assimiu recentemente que é gay, e, espante-se, tem um relacionamento com Zachary Quinto (adoro!).

Duma coisa que me orgulho é da pontaria do meu “gaydar”  que raramente se engana. E, curiosamente, sinto a vibe completamente oposta, vinda de Murray Bartlett, um australiano de 43 anos, que também faz de gay na série mas que a mim me parece tudo menos isso. (Nham, nham!)

Argumento: A série acompanha três amigos da cidade de São Francisco, em busca do amor e a explorar todas as oportunidades de diversão existentes para a geração homossexual.

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9 comentários:

  1. Respostas
    1. Salsa: Do Quinto já sabia há mais de 1 ano.

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  2. Estou a gostar, o formato é "piqueno" verdade e ainda há ali um afinar de sequência porque perdemos-nos mas estou a adorar, vou ver o quarto episódio hoje depois de escrever sobre The CoverGurlz e não me espanta que seja renovada por mais.

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    1. Eolo: Essa desconheço mas escreve para eu ficar a saber mais.

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    2. Esquece, é a tua série :)

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    3. Ias adorar a minha série.

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    4. Eolo: Mas não é série...é tipo "Project Runway", não é? Reality tv.

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  3. Só vi o primeiro episódio e gostei. Contudo, não perdi o sono para ver os episódios já disponíveis. A ver se no fim de semana coloco tudo em ordem. E realmente tens razão Dora, nem associei ao Jessie! LOL É mesmo ele do Glee lol

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    1. Namorado: Achei de ver o 4. Isto é tão pequeno... :-(

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