quarta-feira, abril 30, 2014

Ora vamos lá todos dizer, “Bananaaaaaaaaaaaa”!

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Alguém me explica o que é que se passa?

MTV

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Nos anos 80 os Dire Straits (banda que não gosto nem um bocadinho) publicitavam, e muito bem, a MTV como o único canal de música. Todos crescemos ao som da MTV e foi onde vimos tudo o que era teledisco.

Actualmente pergunto-me o que é que as siglas MTV (Music Television) querem dizer, na medida em que aquilo dá tudo menos música. Ou são as “Teen Mom”, “16 and Pregnant”, “Snooki & JWoww”, “Catfish: The TV Show”, “Kesha: My Crazy Beautiful Life”, “Punk'd”, “Pranked”, “Teen Wolf", etc…

Embora o “Catfish” seja baseado num documentário de que gostei bastante, com o mesmo nome e com os mesmos autores que desmascaram quem anda na net a tentar fazer-se passar por outra pessoa e o “Teen Mom” tenha feito descer o número de adolescentes grávidas nos US, não era suposto um canal de música só dar música ou pelo menos a sua maioria de tempo de antena fosse relacionado com música?

terça-feira, abril 29, 2014

“Blue Valentine” de Derek Cianfrance (2010)

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Dos últimos anos, é dos filmes de relações que mais gosto. Já o vi várias vezes e parece que o acho mais intenso de cada vez que o vejo.

Teve várias nomeações neste ano, nomeadamente Melhor Actor e Melhor Actriz nos “Golden Globes” e Melhor Actriz nos “Oscars”.

O filme começa uns anos depois de Dean (Ryan Gosling) ter conhecido Cindy (Michelle Williams). Mostra-nos o dia a dia do casal com uma filha onde Cindy já não consegue suportar a presença de Dean; tudo a irrita e cada vez tem mais paciência para o marido. Dean está sempre bem disposto a brincar tanto com a filha, como com a esposa. Tudo para ele é uma brincadeira e por ser muito afável, está constantemente a mostrar o afecto que sente por Cindy. Esta não suporta a ideia de Dean trabalhar na construção, na medida em que Cindy estudou e é enfermeira.

Dean tenta a todo o custo melhorar a relação entre o casal, pois já não comunicam. É impressionante a noite que ambos vão passar ao motel e a maneira como Cindy lida com o sexo, com tanta indiferença e repugnância.

Várias vezes a acção volta atrás e vemos como se conheceram e ficaram encantados uns com o outro. A minha cena preferida é a do cavaquinho e do sapateado quando ambos cantam e dançam um para o outro…

A caracterização de Ryan Gosling como homem casado está muito bem feita: com peso a mais e com falhas de cabelo; com um ar bastante pesado.

Argumento: “Blue Valentine” é a história da descoberta do amor e do amor que se perde, em momentos do passado e do presente. Este retrato tocante e honesto conta com Dean (Ryan Gosling) e Cindy (Michelle Williams), um casal que passa uma noite longe da filha, na tentativa de salvar o seu casamento. Justapostos com cenas lúdicas que traçam o seu namoro romântico de seis anos, Goslin e Williams viajam através do desgosto brutal de promessas quebradas e de um amor que está perto do fim.

Curiosidades: Ryan Gosling e Michelle Williams passaram um mês a viverem juntos para se estudarem mutuamente e saberem como se irritarem facilmente e começaram discussões.

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“I'm so out of love with you. I've got nothing left for you, nothing, nothing. Nothing, there is nothing here for you.” - Cindy

segunda-feira, abril 28, 2014

Pés famosos do cinema

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“Six Feet Under” de Allan Ball (2001 – 2005)

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Ando com as séries todas atrasadas e não consigo ver mais nada enquanto não despachar esta. Estou a acabar a season 3 e ainda me faltam 2.

Na altura deixei escapá-la e não sei como pois é do argumentista do meu filme preferido (“American Beauty”), Allan Ball e como não poderia deixar de ser, retrata uma família disfuncional. Esta série é da HBO.

Alguém chegou a vê-la?

Argumento: Nathaniel "Nate" Fisher Jr. (Peter Krause), é o filho mais velho de Nathaniel Fisher (Richard Jenkins), dono de uma funerária e marido dedicado, e Ruth Fisher (Frances Conroy), uma dona de casa infeliz com a vida. Ao retornar à sua cidade, após um longo período em Seattle, Nate relutantemente se torna sócio do negócio da família, junto com o seu irmão David Fisher (Michael C. Hall), que protesta contra a decisão do pai. Claire Fisher (Lauren Ambrose) é a filha mais nova da família. A série mostra um drama convencional de família, lidando com assuntos como infidelidade, homossexualidade e religião. Ao mesmo tempo, distingue-se por abordar o tópico da morte de forma diferente.

Curiosidades: Frances Conroy (a mãe), tem apenas 12 anos mais velha do que Peter Krause (filho mais velho). Juliette Lewis fez o casting para o papel de Brenda.

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“50/50” de Jonathan Levine (2011)

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Vimos Joseph Gordon – Levitt crescer na televisão, no “Third Rock from the Sun” e em relação a Seth Rogen,  estamos habituados a vê-lo quase sempre a fazer papéis “parvos”, onde goza com ele próprio, nos filmes de Judd Apatow. Neste filme, ambos são os melhores amigos, onde um acaba por ser a doença e o outro o remédio.  Na medida em que Kyle (Seth Rogen) faz tudo  para animar Adam (Joseph Gordon – Levitt), que padece de um cancro muito raro. É a química entre ambos que vai fazer com que este percurso não seja tão doloroso.

Esta história é baseada em factos verídicos e conta a história de Will Reiser. Foi Seth Rogen que o convenceu a escrever acerca da sua jornada e pelo que passou. É uma comédia e um drama, ou seja, é um dramedy porque nos faz rir em variadas cenas, mas é possível que nos emocionemos nalgumas partes.

As piadas de Seth Rogen estão sempre patentes em todo o filme mas é um tipo de humor cáustico cujo objectivo é animar o amigo. Acaba mesmo por compará-lo a Lance Armstrong, Dexter e Patrick Swayze, pois afirma que foram todos exemplos de histórias vencedoras. Adam recorda-lhe que Swayze afinal morreu…esta cena é hilariante.

“High and Dry” dos Radiohead é a música que ilustra a cena onde Adam recebe o seu diagnóstico.

Vi este filme quando saiu e gostei tanto que revi-o há uns dias.

Argumento: Adam (Joseph Gordon-Levitt), de 27 anos, leva uma vida perfeitamente normal até ao dia em que descobre que é portador de um cancro raro e possivelmente fatal. Ao compreender a gravidade da situação, e apesar do apoio de Kyle (Seth Rogen), o seu melhor amigo, e da dedicação da sua mãe (Angelica Huston), resolve seguir o conselho do médico e procurar ajuda psicológica. É assim que conhece a Dra. Katherine McCay (Anna Kendrick), uma psicóloga que, apesar de pouco experiente, parece compreendê-lo melhor do que ninguém e com quem ele acaba por criar um vínculo que lhe dará novas forças para prosseguir. Consciente dos seus 50% de hipótese de sobrevivência, Adam acaba por combater a depressão e descobrir que, afinal, o sentido da vida é algo que está em constante renovação.

Curiosidades: A cena onde Joseph Gordon -Levitt rapa o cabelo é totalmente improvisada porque não estava no guião. Embora não tenha sido a primeira opção, foi Seth Rogen que propôs JGL para o papel de Adam.

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  “It takes a pair to beat the odds”"

Quer tudo andar “à fresquinha”

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Nunca percebi aquelas pessoas que ao primeiro raio de sol já andam de alças e chinelos e ao contrário, caem os primeiros pingos de chuva e ejá anda tudo de galochas e cachecol.

Hoje anda tudo descascado. Já perdi a conta ao número de pessoas que hoje já vi…de alças. Será que chegámos ao Verão e eu ainda não me apercebi? Só se é Verão em todo o lado, menos em minha casa. As casas ainda estão geladas. E acreditem que a minha casa quando está quente, está quente.

Um Verão normal onde vivo é levar com 42 ou 43º nas trombas. É só sair de casa ao fim-de-semana, depois das 19h e é dormir com tudo aberto.

No meu ver não está tempo para alças. Acho ridículo.