sábado, maio 31, 2014

“The Normal Heart” de Ryan Murphy (2014)

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Deu esta semana nos Estados Unidos e foi o 5º telefilme mais visto de sempre da HBO. Realizado por Ryan Murphy, o criador de “Glee”, relata a história verídica do aparecimento do vírus do HIV e da comunidade gay em New York, no inicio dos anos 80.

Começou por ser uma peça de teatro, em 1985 e mais tarde um espectáculo na Broadway, mas Ryan Murphy decidiu passa-la para a televisão. Com um elenco de luxo como Julia Roberts, Marc Ruffalo, Jonathan Groff (“Looking”), Taylor Kitsch, Jim Parsons (“The Big Bang Theory”), Matt Bomer, Alfred Molina, Denis O'Hare.

É um filme muito emotivo e real. Uma história que embora já tenha sido contada imensas vezes, faz-nos ficar colados ao ecrã durante 2h20mn. Julia Roberts tem uma prestação notável como a médica que começou a investigar este vírus. A maioria dos actores são gays na realidade e embora Mark Ruffalo seja heterossexual, a sua entrega é impressionante. Eu pessoalmente imaginaria outro actor para este tipo de papel, obviamente que opção da sua escolha sexual seria irrelevante, mas nunca Mark Ruffalo. Mas mesmo assim, o actor tem uma presença muito vincada.

Foi bom rever Denis O’Hare embora por pouco tempo e curioso observar Corey Stoll (Peter Russo do “House of Cards”) que nesta história é o braço – direito do Presidente dos Estados Unidos e tem a mesma tendência para o envolvimento com prostitutas. Jim Parson, num registo completamente diferente da sua sitcom, também tem uma prestação interessante.

Recomendo vivamente a verem este telefilme porque deixa-nos a pensar porque demorou tantos anos o Governo a tomar uma atitude em relação a esta “praga” e a maneira como todos os homossexuais lutaram e viveram as suas história de amor.

Argumento: Depois de ver um amigo sucumbir a uma nova doença que estava a matar os homossexuais no consultório da Dr. Emma Brookner (Julia Roberts), Ned Weeks (Mark Ruffalo) pretende organizar mais acção para combatê-la, mesmo que sua franqueza ameace afastar as pessoas ao seu redor incluindo seu irmão Ben (Alfred Molina), o seu amante Felix (Matt Bomer), e Bruce Niles (Taylor Kitsch).

Curiosidades: Jim Parsons fez o mesmo papel na peça da Broadway. Matt Bomer teve de perder 17kgs e na última cena está deitado numa cama porque o próprio estava já muito debilitado por causa deste processo. Barbra Streisand deteve os direitos da peça durante 10 anos mas não conseguiu ajudar para produzir o filme.

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“Men do not naturally love. They learn not to.” – Felix Turner

quinta-feira, maio 29, 2014

“Into the Wild” de Sean Penn (2007)

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Vi-o no cinema quando saiu e escusado será dizer que saí de lá lavada em lágrimas. Não conheço ninguém que não tem gostado deste filme. Minto, a Purpurina não gosta. Ehehehehe! É uma história verídica que mexe com qualquer pessoa e que é impossível deixar-nos indiferente.

Realizado por Sean Penn, o filme tem paisagens lindíssimas, planos fabulosos e a banda sonora de Eddie Vedder é notável. Emile Hirsch tem o papel da sua carreira até agora. Na minha opinião é um excelente actor mas não sei porquê, raramente tem papéis principais. A sua entrega é espectacular e teve mesmo de perder uns bons 17kgs para interpretar o papel de Christopher McCandless; um jovem de 22 anos, universitário que decide mudar a sua vida. A maior parte das informações sobre o que aconteceu a Chris McCandless foi retirada do seu diário e de testemunhos dos amigos que fazia com naturalidade.

Sean Penn pegou no livro porque achou piada à capa, leio-o todo numa noite e no dia seguinte tentou imediatamente obter os direitos do filme. Esse processo levou 10 anos até conseguir a autorização da família de McCandless. Pediu ao amigo, Eddie Vedder para escrever a banda sonora para este filme e o cantor aceitou o desafio.

Argumento: Em 1990, com 22 anos e recém-licenciado, Christopher McCandless (Emile Hirsch) ao terminar a faculdade, doa todo o seu dinheiro a uma instituição de caridade, muda de identidade e parte em busca de uma experiência genuína que transcendesse o materialismo do quotidiano. Abandona, assim, a próspera casa paterna sem que ninguém saiba e pega a estrada. Deambula por uma boa parte da América (chegando mesmo ao México) à boleia, a pé, ou até de canoa, arranjando empregos temporários sempre que o dinheiro faltasse pois, Chris acaba por abandonar o seu carro e queimar todo o dinheiro que levava consigo para se sentir mais livre, mas nunca se fixando muito tempo no mesmo local. Influenciado pelas suas leituras, que incluíam Tolstoi e Thoreau, ansiava por chegar ao Alasca, onde poderia estar longe do homem e em comunhão com a natureza selvagem e pura. O que lhe acontece durante este percurso transforma o jovem num símbolo de resistência para inúmeras pessoas.

Curiosidades: Sean Penn optou por não filmar a cena do bus no verdadeiro por respeito a McCandless. Decidiu construir uma réplica e filmar na floresta. O relógio utilizado por por Emile Hirsch, pertencia ao próprio McCandless. Não foram utilizados quaisquer tipo de duplos. A primeira opção de Sean Penn para o papel foi Leonardo DiCaprio.

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“Happiness is only real when shared." – Alex Supertramp/Christopher McCandless

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Christopher McCandless

Dia de Coçar a Micose

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Há alguma coisa melhor que um feriado municipal a meio da semana? Eu acho que não! :)

quarta-feira, maio 28, 2014

Almôndegas com Molho de Tomate e Mozarella

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Foi a 3ª vez que cozinhei com Mozarella fresca e é tão bom! Estas almôndegas são uma delícia e ficam maravilhosamente com uma salada a acompanhar.

Ingredientes
250 gr de carne de vaca (ou porco)
1/2 lata de tomate pelado e aos cubos
1 bola de mozzarella de bufalo fresco
1 colher de sopa de queijo parmesão
1/2 cebola pequena
Azeite
Salsa, oregão e manjericão q.b.
Sal e pimenta q.b.


Preparação
Numa taça temperar a carne picada com sal, pimenta e salsa.
Moldar a carne em bolinhas e reservar. Num tacho juntear um fio de azeite, a cebola picada e a meia lata de tomate picado. Deixar cozinhar e apurar um pouco.
Triturar tudo com a varinha mágica. Temperar com sal, pimenta e manjericão. Por fim colocar 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado.
Num tabuleiro de ir ao forno colocar as almôndegas (cruas) e regar com o molho de tomate. Juntar também o queijo mozzarella em fatias ou pedaços por cima de cada almôndega. Polvilhar com oregãos.
Levar ao forno previamente aquecido a 180ºC durante cerca de 25 a 35 minutos até a carne estar cozinhada e o queijo derretido.
Servir com uma salada.

terça-feira, maio 27, 2014

Pub “Mad Men” para os Emmy

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Desejos de enfardar

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Ando com desejos de McDonald’s. A última vez que lá fui foi aí há uns 4 meses e foi para comer o Hamburger Bolo do Caco e que me soube super bem.

Como Domingo vou ao Rock in Rio, é capaz de lá haver e vou-me deliciar com um Cheese Natura ou um McBacon. Nunca como menús porque dispenso a coca-cola e as batatas fritas. Prefiro sempre comprar aquelas promoções de 1€, tipo Cheese Natura, Chicken McNuggets e Tarta de Maçã.

Ando mesmo com vontade de comer uma Amburguesa!

segunda-feira, maio 26, 2014

‘Tadinhos dos Despertadores

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Há uns anos dormi com uma amiga e deparei-me com uma coisa que nunca tinha visto na vida: o despertador a tocar de 5 em 5 minutos! Juro que nunca tinha presenciado uma coisa destas…

Eu que sou uma pessoa que usa despertador só por precaução, tinha a ideia que algumas pessoas despertam e ficam mais 5 minutos. Mas esta minha amiga tinha vários horários para despertador, de 5 em 5 minutos. Claro que desde a 1ª vez que tocou, eu não voltei a pregar olho e quando oiço o despertador a tocar pela 3ª vez, insurgi-me e perguntei-lhe o que raio se passava porque nunca tinha visto uma coisa assim.

Porque é que estas pessoas não colocam o despertador apenas para o último minuto do último despertar? Não era mais fácil do que estar constantemente a acordar de 5 em 5 minutos?

Pub “Silence of the Lambs”

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domingo, maio 25, 2014

“Brokeback Mountain” de Ang Lee (2005)

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É sem dúvida dos meus filmes preferidos de sempre. Está no meu top 5. Gosto tanto, tanto e já o vi imensas vezes…

Lembro-me de ir vê-lo ao cinema com um amigo meu que estava bastante reticente por ter cenas entre dois homens. No fim, disse-me uma coisa que nunca mais esqueci…”O filme é tão bom que esquecemo-nos que é uma história de amor entre duas pessoas do mesmo sexo. É apenas uma grande história de amor”.

O filme gerou polémica inicialmente por contar uma história de amor entre dois homens num território (o do género western) conotado de forma clássica com o estereótipo dos homens viris e machos. Teve várias nomeações entre as quais, Melhor Realização, Melhor Fotografia, Melhor Actor, Melhor Actor Secundário, Melhor Actriz Secundária, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Filme do Ano, etc. Ganhou 3 destas categorias.

É um filme que não me canso de ver. Acho das histórias de amor mais completas de sempre. As performances de Jake Gyllenhaal e de Heath Ledger são inesquecíveis. A primeira vez que tiveram uma cena íntima, Ang Lee não os deixou ensaiar e começou logo a gravar porque quis captar o desconforto e os nervos de ambos.

Argumento: Wyoming, 1963. Ennis Del Mar (Heath Ledger) e Jack Twist (Jake Gyllenhaal) conhecem-se quando procuram emprego no rancho de Joe Aguirre. Ambos parecem ter certezas quanto ao que querem da vida - um emprego estável, um casamento feliz e uma família. Mas quando Aguirre destaca Ennis e Jack para trabalharem na remota região de Brokeback Mountain, os dois jovens sentem-se unidos por uma força maior, que resulta numa relação de camaradagem e intimidade profunda.

Curiosidades: Heath Ledger quase partiu o nariz a Jake Gyllenhaal numa cena de beijos. O poster foi intencionalmente feito para ser parecido com o do “Titanic”. O filme foi banico na Tailândia na medida em que a homossexualidade é considerada crime. Joseph Gordon-Levitt foi pensado para o papel de Ennis del Mar.

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“I wish I knew how to quit you” – Jack Twist

Quase Lasagna de Espinafres

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Fiz este pitéu esta semana e ficou muito bom mesmo. Foi uma boa surpresa! Por cima não coloquei mais queijo do que o que está na foto. A receita original diz para colocar quase todos o pacote.

Ingredientes (2 pessoas):

  • 400 gr de carne de perú picada
  • 1 saco de queijo mozzarella light ralado
  • 2 ou 3 fatias de queijo flamengo light
  • 2 dentes de alho
  • 4 ovos
  • 1/2 lata de tomate em cubos
  • Sal e orégãos q.b.
  • 1 molho generoso de espinafres

Preparação:

  • Comecem por cozer ligeiramente os espinafres (cerca de 2 minutos depois de levantar fervura) em água com uma pitada de sal. Depois escorram e reservem.
  • A seguir, levem a carne a alourar numa frigideira com um fio de azeite
  • Numa taça coloquem os ovos, os orégãos e os alhos. Triturem bem com a varinha mágica
  • Num tabuleiro de pirex, disponham a carne no fundo e cubram com as fatias de queijo
  • Cubram com os espinafres
  • Adicionem o tomate
  • De seguida cubram com os ovos
  • E finalmente cubram tudo com queijo ralado
  • Polvilhem com os orégãos e levem ao forno a 180º durante 15 minutos

quinta-feira, maio 22, 2014

“Lolita” de Adrian Lyne (1997)

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Li o livro do Vladimir Nbokov aos 20 anos. Já conhecia a história e o conceito de “Lolita” (acabou por se tornar num conceito) mas fiquei a adorar o livro e muito mais o filme quando saiu. Vi-o no cinema com muito pouca assistência. Fiquei apaixonada pelo filme. Adrian Lyne já nos tinha trazido “Fatal Attraction” e mais tarde, “Unfaithful” – dois filmes de que gosto bastante.

Jeremy Irons está soberbo, a sua performance é arrebatadora e de uma entrega tal que acabamos por “esquecer” que é um pedófilo. Este filme foi muito polémico no sentido de nem ter estreado nos cinemas nos Estados Unidos devido à polémica e às cenas entre Dominique Swain  e Jeremy Irons. Lembro-me de na altura ler que ela chegou a afirmar que sentiu nojo nalgumas cenas entre os dois.

Adoro todas as cenas deste filme, o desespero de Humbert, os modos de Dolores e até mesmo o papel da neurótica mãe, Charlotte Haze. Depois deste filme já vi várias tentativas estúpidas de meninas com tiques de Lolita e acho sempre tudo tão forçado. Esta acho-a perfeita. Uma criança que depois de descobrir o poder que tem, começa a jogar com o mesmo.

Argumento: Humbert (Jeremy Irons), um homem notável, refinado e irresistivelmente atractivo para as mulheres, guarda na sua memória um frustrante romance da adolescência. Uma paixão aos treze anos por Annabel que termina com a morte desta. Um choque que devastou o jovem Humbert. Apesar de já ser um homem, uma parte de Humbert continua adolescente. Em 1947, Humbert, professor de literatura francesa, viaja até New England, onde vai dar aulas. Será em casa de Charlotte Haze (Melanie Griffith), uma viúva cheia de fantasias, que Humbert irá ficar, acabando por se envolver com esta. Mas o sonho de Humbert realiza-se ao conhecer Lolita (Dominique Swain), de doze anos, a filha de Charlotte. Enquanto Charlotte tenta conquistar Humbert, este conquista Lolita.

Curiosidades: Como Dominique Swain tinha apenas 15 anos na altura em que o filme foi feito, uma almofada teve de ser colocada entre os dois. Natalie Portman foi a primeira aposta mas recusou. Dustin Hoffman foi escolhido para fazer de Humbert. No livro, Lolita tem apenas 12 anos quando conhece Humbert mas no filme aumentaram a idade para 14.

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“In my arms she was always - Lolita. Light of my life, fire of my loins. My sin. My soul.” - Humbert

Movie Posters

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Ronaldo & Irina by Mario Testino

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Ao fazer a ronda diária pela blogosfera apercebi-me que devo ter sido a única a gostar da capa do Mario Testino com o Cristiano Ronaldo e a Irina Shayk.

Toda a gente diz que é piroso e bimbo. Eu até me considero com bom olho (uau!) para a estética mas neste caso, devo estar cega. Gosto da produção, do ensaio fotográfico e acho que eles estão bem.

Alguém elucida esta pobre alma sem gosto?

Will & Jada Smith

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Estes Americanos são mesmo muito exagerados! Ao que parece, Jada e Will Smith estão a ser investigados pelo Departamento de Protecção de Crianças por causa de uma fotografia da filha, Willow (com apenas 13 anos) onde aparece deitada numa cama com um rapaz de 20 anos que está em tronco nú. O moço em questão, é um Moises Arias, de 20 anos e colega do filho, Jaden.

Moises Arias publicou a foto mas acabou por retirá-la quando se instaurou a polémica, tendo agora  chegado ao limite de os pais estarem a ser alvo de uma investigação por parte da Segurança Social.

Que parvoíce…

quarta-feira, maio 21, 2014

Light Pizza

Ora aqui está uma experiência que eu achava que sairia ridícula porque a pizza quer-se com massa. Nada disso…ficou muito bom e o melhor…não engorda!

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Ingredientes

  • 2 ovos
  • 3 claras
  • Tomate aos bocados a gosto
  • Cebola
  • Cogumelos
  • Fiambre de Peru
  • Queijo mozarela light
  • Oregãos, sal e pimenta

Preparação

Bater os ovos e as clara com sal e pimenta. Colocar numa forma de silicone redonda e levar ao forno a 180 graus uns 10 minutos.

Retirar do forno. 

Triturar o tomate com um pouco de oregãos até ficar liquido. Colocar por cima da base de ovo. De seguida juntar cebola cortada às tirinhas, os cogumelos,  o fiambre, por fim o queijo (sem exagerar). Polvilhar com oregãos.

Volta ao forno, a 180, até alourar.

Atenção que podem fazer numa tarteira própria para pizza. Eu por acaso fiz num pirex.

Back to Winter time

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Não é que eu tenha grandes preocupações ecológicas, admito. Mas isto de um dia ser Verão e no outro voltarmos ao Inverno, leva-me a pensar que estas alterações climatéricas são as merdas que o Homem anda a fazer…mas adiante: ontem vi uma conhecida minha com uma camisola de gola alta e um casaco de fazenda. Não estaremos a exagerar?

Está frio de facto. Fui buscar um pijama que já estava arrumado de vez (pensava eu), fui buscar um saco-cama para me tapar no sofá porque a mantinha já não chegava e ando com meias em casa. Mas camisolas de gola alta e casaco de Inverno? Não é só o clima que anda doido!

terça-feira, maio 20, 2014

“Her” de Spike Jonze (2013)

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Com o primeiro filme que vi do Spike Jonze , “Being John Malkovich” fiquei a bater mal! Achei um filme completamente alucinado e brilhante. Assim que saiu em dvd comprei-o e durante muito tempo aconselhava-o a todos os meus amigos que gostavam de um tipo de cinema mais alternativo. Os seguintes pouco me disseram e deste estava à espera de gostar como gostei. Não me desiludiu nem um bocadinho.

Foi o único filme candidato aos Oscars que não vi no cinema ou em HD até à altura da cerimónia. Todos já o tinham visto, feito posts, comentado no Facebook e eu sempre à espera que ele saísse com boa qualidade. Finalmente vi-o este fim-de-semana. Ganhou o Globo de Ouro e o Oscar para Melhor Argumento Original. Em 2000 foi nomeador para Melhor Realizador com “Being John Malkovich”.

Como referi, já toda a gente escreveu sobre o filme e pelo que vi, a maioria das pessoas gostou muito. Eu adorei a história, não a achei tão descabida como isso. Pelo contrário, achei-a bastante natural e simples. Toda a fotografia do filme é estrondosa, os tons utilizados são lindíssimos. É um filme de extremo bom gosto. Spike Jonze não costuma filmar com este tipo de fotografia e bem que poderia começar a fazê-lo, ao jeito do Wes Anderson.

Nunca simpatizei com o Joaquin Phoenix mas desde o primeiro filme que vi com ele (“Parenthood”, 1989) sempre o achei um bom actor. Goste-se ou não, é impossível não o considerar dos melhores actores dos últimos anos. Tenho visto praticamente tudo o que faz e não há uma má performance.

Argumento: Num futuro não muito distante, Theodore (Joaquin Phoenix), um escritor solitário, adquire um novo sistema operativo projectado para corresponder a todas as necessidades do utilizador. Para sua própria surpresa, Theodore vê-se a desenvolver uma relação romântica nada convencional com esse mesmo sistema operativo.

Curiosidades: Samantha Morton era a voz original de Samantha. Ao editar o filme, Spike Jonze decidiu mudar de ideias e convidou Scarlett Johansson, que teve de gravar tudo de novo. A maioria das cenas é filmada em Xangai. A estátua do avião virado ao contrário é CGI; aquela estátua não existe.

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“Sometimes I think I have felt everything I'm ever gonna feel. And from here on out, I'm not gonna feel anything new. Just lesser versions of what I've already felt.” – Theodore

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